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Investimentos x poupança: qual é melhor?

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Se você está com suas finanças em dia e com seu orçamento mensal organizado, este é o momento para dar o próximo passo: alcançar os seus objetivos e metas. Para isso, é necessário começar a poupar e investir.

Mas, o que de fato significam estas duas práticas financeiras? A Just te explica! Poupar e investir são ações muito importantes para quem quer gerar frutos com as próprias finanças. Apesar de no Brasil serem muito usadas como sinônimos, elas apresentam diferenças significativas.

Neste artigo você vai entender quais são essas diferenças e analisar qual opção se encaixa melhor para você.

Economizar x Poupar x Investir

Você já deve ter ouvido expressões como “estou economizando para viajar” ou “estou poupando para investir no meu futuro”. Os conceitos economizar, poupar e investir são bastante conhecidos, mas também muito usados de forma equivocada. Por isso, para conseguir alcançar o seu objetivo financeiro, é preciso antes entender cada uma delas.

  • Economizar significa evitar gastos desnecessários ou reduzir as despesas mensais;
  • Poupar se refere a guardar uma determinada quantia de dinheiro;
  • Investir quer dizer empregar o dinheiro, ou seja, gerar mais dinheiro a partir de um valor inicial.

Sendo assim, as ações que de fato vão gerar um reflexo no seu futuro financeiro são poupar e investir. Porém, a poupança pressupõe que todo o dinheiro aplicado vai ser usado em algum momento, como para pagar a faculdade, por exemplo.

Já investir significa pegar um dinheiro que você economizou e aplicá-lo gradativamente para que ele renda uma porcentagem todo mês. Nesse caso você vai usar somente o rendimento, sem mexer na quantia inicial investida. Isto é feito por quem quer, por exemplo, alcançar a independência financeira ou planejar uma aposentadoria.

Aqui também é importante esclarecer que estas diferenças são conceitos básicos e que não tem relação com risco, prazo, tipo de aplicação utilizada ou quantia que se quer obter.

Com certeza colocar estes conhecimentos em prática pode fazer muita diferença no seu cotidiano, além de te ajudar a escolher o caminho para o futuro das suas finanças.

→ Leia também sobre: Gestão de finanças pessoais: por onde começar?

Poupança é sinônimo de segurança?

Esta é uma ideia muito popularizada, mas que é bem relativa. A poupança é uma aplicação protegida pelo Fundo Garantidor de Crédito (FGC). Isto significa que se a instituição financeira fechar, o FGC indeniza quem tiver até 250 mil reais aplicados. O rendimento da poupança corresponde a 70% da taxa Selic mais a taxa referencial (TR). Mas o que são essas taxas?

A taxa Selic é a taxa básica de juros do Brasil e é uma ferramenta do governo para controlar a inflação e a economia. Ela está sujeita a alterações ao longo do tempo, por isso, para consultá-la, você deve acessar o site do Banco Central.

Já a taxa referencial é literalmente uma taxa de juros de referência, ou seja, um indicador geral da economia do país que é usado como um fator de correção monetária principalmente em poupanças. O seu cálculo toma como base a média ponderada das taxas de juros pagas diariamente pelos CDBs prefixados das 30 maiores instituições financeiras do país.

Esta é uma das formas mais conhecidas de guardar as finanças e evitar que o seu dinheiro fique parado na conta corrente, sem gerar nenhum rendimento. Mas será que não existem opções que oferecem a mesma segurança com um rendimento um pouco maior? É importante ficar atento para todas as possibilidades do mundo das finanças.

Todo investimento é arriscado?

Depende. Este pensamento em relação aos investimentos foi muito popularizado por causa da bolsa de valores e das ações, que realmente são aplicações financeiras mais arriscadas. No entanto, existem opções com o risco mais baixo e que ainda sim vão fazer o seu dinheiro render.

Os investimentos em renda fixa, por exemplo, são os mais estáveis e seguros. Esta modalidade leva este nome porque possui uma rentabilidade previsível.

Estes investimentos podem ser classificados como prefixados, em que a rentabilidade é a mesma ao longo do tempo, ou pós-fixados, nos quais a rentabilidade é atrelada a um indexador que pode ser a taxa Selic ou o CDI, por exemplo. Neste último caso, se o indexador aumentar, os ganhos com o investimento serão maiores, e vice-versa.

Entre as opções estão: LCI, LCA, Tesouro Direto e CDB. A principal diferença entre elas é a forma com que a renda será gerada:

  • O LCI (Letras de Crédito Imobiliário) é um empréstimo que você faz a uma instituição financeira, que vai destinar os recursos para financiar o setor imobiliário;
  • O LCA (Letras de Crédito do Agronegócio) também é um empréstimo feito a uma instituição, mas os recursos vão ser destinados ao financiamento do setor agrícola;
  • O Tesouro Direto é um investimento feito através da negociação de títulos públicos do Governo Federal. Simplificando, você empresta dinheiro para o governo e recebe o valor com o acréscimo de juros na data de vencimento;
  • O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um empréstimo feito aos bancos que, depois do tempo acordado, devolvem o dinheiro com juros.

Como descobrir o que é melhor para mim?

O primeiro passo é entender quais são os seus objetivos financeiros e metas. Se você quer poupar para um fim específico e ter a possibilidade de resgatar o seu dinheiro a qualquer momento, a poupança pode ser uma opção.

Se a sua finalidade é poupar para que esse dinheiro gere um rendimento periódico, então o investimento é a melhor escolha. Aqui é importante começar sempre pelos investimentos de renda fixa para ter mais segurança e garantir que você vai ter o retorno esperado. As outras formas de investir são mais indicadas para quem já tem experiência e conhecimento financeiro.

Entre as opções de renda fixa, procure a que está de acordo com o tempo que você quer que o seu dinheiro fique investido e a com rentabilidade mais vantajosa. No fim das contas, a principal dica é estudar bastante sobre o assunto, para então analisar os prós e contras de cada escolha.

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